Débora Aladim · Transcript · · Updated
TODA A HISTÓRIA DO MUNDO PARA O ENEM (Débora Aladim) – Transcript
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Summary
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- A política da Grécia antiga e da Roma antiga está muito presente porque os gregos inventaram a democracia e os romanos a república.
- O luteranismo tem como três principais pontos a salvação pela fé, a infabilidade da Bíblia e o sacerdócio universal.
- A quebra da Bolsa de Valores de Nova York em 1929 desencadeou a Grande Depressão, afetando economias globais e gerando o New Deal.

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Transcript
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Ahã. Oi, gente, tudo bem com vocês? Sejam bem-vindos a, provavelmente, o vídeo mais longo da história desse canal. Vou te contar toda a história do mundo, toda a história geral que cai no Enem.
Inclusive, esse vídeo é não só para quem tá estudando pro Enem, mas para quem quiser entender toda a história do mundo. Eu vou começar a falar para vocês de Grécia antiga e eu só vou parar de falar quando o muro de Berlim for derrubado. Aqui vocês estão preparados pro rajadão? Porque, ó, eu já eu já tô aqui, ó, pronta para ser hidratada. O roteiro desse vídeo tem mais de 50 páginas. Vocês tm noção de que eu escrevi um TCC? E fui eu que fiz, tá? E você vai prestar atenção até o final e
você vai aprender e você vai se divertir porque eu tenho o meu carisma, eu tenho o meu jeitinho de ensinar. Eu já fiz um vídeo com toda a história do Brasil, um vídeo de quase 2 horas de duração que vale muito a pena você assistir, porque se você tiver estudando pro Enem, a história do Brasil é 80% da prova de história. E hoje, pessoal, nós vamos falar, olha todos os tópicos que eu vou contar para vocês hoje. A gente vai falar sobre antiguidade, idade média, idade moderna e idade contemporânea.
Dentro da antiguidade, a gente vai falar de Grécia e Roma antiga. Débora e o Egito, Débora e a Mesopotâmia não cai no Enem. Depois a gente vai passar pra Idade Média. Feudalismo, Cruzadas, história do cristianismo e história do islamismo. Vamos falar sobre a religião muçulmana, coisa que pode aparecer não só na prova de história, mas também na prova de geografia, nas atualidades.
Vamos passar pro aí o rajadão. Esse é o vale da sombra e da morte, a idade moderna, porque é muita coisa. Vamos falar da formação do estado moderno, absolutismo, mercantilismo, renascimento, reforma protestante e a contrarreforma. É cruz para um lado e soco pro outro. Vamos falar também da expansão marítima, América Espanhola, Iluminismo e várias revoluções, né?
Revolução Industrial, Revolução Francesa, o período napoleônico, o Congresso de Viena. De todos esses assuntos, tem dois que eu não vou tratar tanto nesse vídeo que eu vou estar ignorando, que é a revolução inglesa, que é muito raro, gente. Honestamente eu não me lembro se já ter caído no Enem.
Se caiu, foi muitos anos atrás. Então, vamos ignorar a revolução inglesa, porque pouco tempo depois teve a revolução industrial, que essa sim cai muito no Enem. E também vamos estar ignorando a independência dos Estados Unidos. se vão falar dos Estados Unidos só na idade contemporânea, porque daqui a pouco vai ser tiro porrada e boba para todo lado e os Estados Unidos vão estar no meio. E aí a gente entra pro bloco mais difícil, mas que é o que mais cai na prova e é o que vocês, alunos, estudantes mais gostam, que é a idade contemporânea, que é imperialismo, primeira guerra mundial, segunda guerra
mundial, período entre guerras, né, crise de 29, a revolução russa, vou falar bem rapidinho porque é errado dela cair, e a Guerra Fria, essa cai bastante, a gente vai saber tudo sobre ela. Então, por isso que o vídeo tá do tamanho do Senhor dos Anéis. Amaram?
Então, se você gostou, já deixa um like, compartilha, por favor. O seu compartilhamento ajuda muito a valorizar o meu trabalho aqui no YouTube. E se você quiser ajudar financeiramente o meu trabalho, compra o meu curso de história do Brasil. Muita gente não sabe, eu tenho um curso de história do Brasil maravilhoso que eu te ensino tudo, tudo de história do Brasil, com apostilas lindas, com um cenário maravilhoso que vai se construindo ao longo do curso, com resolução de exercício. Gente, o meu curso de história do Brasil é um filho.
É um filho, ele é lindo. Eu tenho certeza que você vai gostar, que você vai aprender muito. E também se você quiser usar as camisetas e os moletons da minha lojinha, o link tá aqui embaixo. A gente tem várias estampas maravilhosas. Essas são as formas de você apoiar o meu trabalho e valorizar esse aulão que vai sair agora. Então, bora começar.
Eu já vou começar essa aula te explicando como que história aparece no Enem. Débora, eu vou precisar decorar isso tudo. Eu vou precisar saber todos os nomes, eu vou precisar saber datas. Não, não se preocupe, pessoal. Eu vim até acalmar o coração de vocês.
Raramente eles cobram datas, cobram nomes, cobram decoreba. O que que o Enem gosta de colocar nas questões? Primeiramente, causa e consequência. Como que um acontecimento, um evento histórico, trouxe consequências para o futuro. Por exemplo, como que o surgimento da burguesia na Idade Média vai influenciar no renascimento? Como que a expansão marítima vai influenciar no mercantilismo? Então, como que uma causa traz uma consequência? Os europeus
pegaram barcos e saíram rodando o mundo. Eles chegam em um continente novo. A chegada na América é uma consequência. Ideias de liberdade estão se espalhando na Europa. O povo francês que tá passando fome e sendo oprimido vai querer se revoltar contra o rei malvadão. Ao longo da dessa aula, pessoal, o tempo todo, eu vou mostrando para vocês o cheiro. Eu chamo de cheiro, que é quando tá acontecendo uma coisa e você sente um cheiro, um cheiro de algo novo, você pensa: "Nossa, tá acontecendo ali, os burgues estão surgindo na Idade
Média, eles vão começar a contratar pintores para fazer pinturas deles e retratos. Que cheiro de renascimento. Sabe quando o acontecimento histórico já começa a dar um indício do que que vem por aí? O Enem ama isso. E nessa aula eu vou focar muito nisso. Quando algo tem um cheiro de futuro. Vocês estão entendendo? A gente vai ver isso, por exemplo, na Grécia antiga, quantas coisas que os gregos criaram, que os gregos trouxeram, que até hoje fazem parte da nossa cultura e da nossa
sociedade. Como que as nossas ideias, as nossas leis têm raízes na independência dos Estados Unidos, na Revolução Francesa, no Iluminismo, na inconfidência mineira. Isso tudo o Enem gosta bastante de cobrar. Quando a gente falar de Segunda Guerra, a gente vai falar como que o Estado de Israel foi criado causando um conflito grande na região onde ele foi imposta que se chama Palestina. Então, como que os conflitos, as guerras, os as coisas que a gente vive hoje, todas têm uma origem
histórica? E também, pessoal, o Enem ama, graças a Deus, interpretação de textos, imagens e mapas, OK? Não só na prova de história, na prova de humanas, né, em geografia, muita interpretação de mapas, muita interpretação de imagens.
Isso é bom, tá, pessoal? Isso é bom porque muitas vezes algumas questões, em teoria elas são de história, mas na verdade elas são interpretação de texto. São questões que se passam, né? tem um plano de fundo histórico, elas se passam num cenário histórico, mas você não precisa saber de história para resolver a questão. São questões, como recentemente a gente teve uma questão que ela se passava na Revolução Francesa, mas era puramente uma questão de interpretação de texto. Então, na prova de história do Enem, a gente tem
várias questões que elas têm um plano de fundo histórico, mas na verdade elas são interpretação. E Débora, como que eu me preparo para essas questões? Fazendo simulado? Gente, esse é o ponto fraco e esse é o nosso ponto forte ao mesmo tempo. Porque fazer simulado é chato e é cansativo. Só que o Enem tem um jeitinho. Quem tá fazendo Enem há muitos anos, quem já faz simulado há muito tempo, já percebeu que as questões de humanas do Enem elas têm um jeitinho,
elas têm uns assuntos favoritos que sempre aparecem. Eu falo disso muito na minha aula de Brasil. Todo ano tem no mínimo duas questões sobre escravidão, duas questões sobre história indígena. Tem assunto que o Enem adora. E aí, se você pegar os Ens antigos para fazer, principalmente os Enens assim de 2015 até 2025, né, os últimos 10 anos, você vai perceber esse jeitinho da prova. A dica que eu dou para vocês é: pega esses Enens, né, tem tudo lá no site do INEP, o site provas e gabaritos, você vai encontrar todos os Enem dos últimos,
literalmente 28 anos, porque o Enem existe há 28 anos, tá? Você vai pegar esses Ens antigos e vai começar a fazer de trás para frente. Começa a fazer o de 2025, 24, 23, 22 e por aí vai. Quando você tiver uma dúvida em alguma questão, procura ela no YouTube. Pode jogar no YouTube que com certeza você vai encontrar algum professor fazendo resolução comentada. Essas resoluções comentadas ajudam muito na hora de estudar. Então, veja essas resoluções comentadas, resolva essas questões antigas, vai praticando a sua
interpretação, leitura de mapas, de imagens, que isso ajuda muito na prova de história. E isso é muito bom, tá, pessoal? Porque senão o Enem seria pura decoreba. E quem [risadas] que é capaz de decorar esse tanto de coisa que eu vou te contar? Sou eu que fiz faculdade para isso. Aí eu passei 5 anos estudando. Aí realmente eu tenho que saber tudo de cabeça. Mas eu vou contar para vocês a história de uma forma linear. Vou te contar como se fosse uma grande fofoca e você vai entender tudinho. Então você nem vai precisar decorar. E ao longo desse resumo, as partes mais importantes, que mais
aparecem na prova vão estar sempre marcadas, tá? Vamos falar sobre a história antiga, vamos falar sobre antiguidade, pessoal. E o que que o Enem sempre cobra em Grécia e Roma? Cidadania e república, a parte política. Por quê, pessoal? Porque a política da Grécia e da Roma antiga estão literalmente presentes até hoje na sociedade. Porque os gregos inventaram a democracia e os romanos inventaram a república. E hoje no Brasil nós vivemos uma república
democrática. Vamos começar, pessoal, com a Grécia antiga. Quais que são os tópicos mais importantes? Primeiramente, a democracia ateniense e a questão da cidadania, que eu já vou te explicar. Outra coisa que cai bastante, o legado cultural da Grécia antiga. O que que os gregos deixaram para nós? Então, a filosofia, o teatro, os Jogos Olímpicos.
E geralmente essas coisas elas caem mais no sentido de interpretação, caem bastante imagens, estátuas. E por último, um tópico que não aparece tanto, mas eu vou falar nessa aula só para desencarro de consciência é a diferença entre Atenas e Esparta, OK? Então, esses são os três tópicos de Grécia antiga que eu preciso que você entenda ao final dessa aula. Não precisa memorizar datas, nomes. Quando você precisar saber de alguma coisa de có, eu vou te avisar muito enfaticamente e [risadas] aí você
vai saber de verdade que precisa memorizar. Vamos lá, pessoal. A Grécia antiga foi uma civilização, uma civilização que foi muito importante para constituir o que é o Ocidente. O ocidente, pessoal, é o lado esquerdo do mundo. O ocidente somos nós, né? Então, a gente tem a civilização oriental, que é o lado direito do mundo. Então, a gente tem a Ásia, a gente tem os árabes e a gente tem também a civilização ocidental, que é o mundinho nosso que a gente vive. E o nosso mundo tem uma influência muito grande dos gregos. a
gente fala que a Grécia foi o berço da civilização ocidental, mas daqui a pouco essa coisa de Ocidente e Oriente vão se misturar por causa do Alexandre Rio Grande. E eu já vou contar para vocês. E aí, pessoal, todas as civilizações, né, a gente, não só os gregos, os romanos, os fenícios, os persas, os egípcios, os maias, os astecas, todas essas civilizações iniciais, elas criavam uma série de histórias, uma série de mitos fundadores para explicar de onde vem o mundo. Porque vocês concordam comigo que
o ser humano é um ser humano curioso por natureza? A gente tem muitas perguntas, a gente quer saber de onde a gente veio, por que nós estamos aqui. E aí, pessoal, todas as civilizações, cada uma do seu jeitinho, cada uma delas tem o que a gente chama de mitologia, que são os seus mitos, as suas histórias fundadoras, que são histórias desenvolvidas por cada uma dessas civilizações para explicar de onde que a gente veio. E é daí que vem a tão famosa mitologia grega, porque os gregos
criaram todo um universo mitológico. Eles acreditavam em diversos deuses. Eles tinham aí as suas histórias de como que o mundo aconteceu, de como que os seres humanos foram criados, de onde vieram os animais. Então, todas essas histórias que são criadas por várias civilizações para explicar a origem do mundo, elas são chamadas de mitologias, porque elas são mitos fundadores. E aí na mitologia grega é provavelmente a mais famosa, né, justamente porque eles criaram um panteão de deuses, né, Zeus,
Era, Afrodite, etc. Então, por exemplo, eles têm a cidade de Atenas. Para eles, de acordo com a mitologia grega, a cidade de Atena tem esse nome, porque a padroeira é a deusa Atena, a deusa da guerra, a deusa da sabedoria, depois que ela venceu um concurso, né, que vários deuses aí estavam participando de um concurso para receber essa cidade em homenagem. A Atena criou a oliveira, os gregos adoraram as oliveiras, afinal eles adoram azeitonas e adoram fazer azeite. O azeite grego é muito famoso
até hoje. E aí, por causa disso, eles deram pra cidade o nome da sua padroeira, Atena. Então vocês percebem, por exemplo, uma história tão simples que para ele já explica a origem da cidade, explica de onde veio a árvore oliveira, de onde veio o nosso azeite, que pra gente é tão importante, não só para comer. Nos Jogos Olímpicos, os atletas se bezuntavam de azeite e faziam os exercícios físicos banhados em azeite. Então, pros gregos, o azeite é uma coisa muito importante. E qual que é a importância da mitologia grega? Não é